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terça-feira, 9 de dezembro de 2008

Poluição em Portugal...




"Poluição atmosférica faz 4 mil mortos por ano
Estudo da União Europeia coloca Portugal a meio na lista dos países mais afectados

Cerca de quatro mil portugueses morrem todos os anos em Portugal devido à poluição atmosférica, de acordo com um estudo realizado pela Comissão Europeia e revelado hoje pelo Correio da Manhã. O documento adianta que os valores variam consoante os Estados-membros da União Europeia, mas que, no total, as mortes prematuras devido à poluição ascendem às 300 mil."

quinta-feira, 11 de setembro de 2008

POLUIÇÃO

O que é a POLUIÇÃO?


Poluição significa sujidade, degradação, contaminação, doença.

A acção do homem sobre o meio ambiente quase sempre tem efeitos negativos, porque não são usadas as devidas precauções.

Acontece muitas vezes que a poluição num determinado local, seja na água, no ar ou na terra, obriga a que muitas espécies de animais e plantas que aí vivem criem condições de forma a poderem adaptar-se para conseguir sobreviver no seu ambiente.

Noutros casos, a contaminação é tão forte que muitas espécies acabam por morrer e extinguem-se para sempre.


Medidas de Protecção da Natureza

Para que haja qualidade de vida e não se coloque a saúde em risco, é necessário que o ambiente esteja protegido das agressões constantes do homem.


Assim , é preciso, entre outras medidas:



diminuir a quantidade de gases que se enviam para a atmosfera;

diminuir a quantidade de adubos, pesticidas e herbicidas que se usam na agricultura, que poluem os solos e contaminam os lençóis de água;

proteger as águas, procurando tratar e despoluir os esgotos e as águas que vêm das fábricas;

cuidar os lixos domésticos e outros que degradam e poluem o ambiente;

reciclar e reutilizar o papel, o vidro, etc., utilizando-o no fabrico de outros objectos em vez de o abandonar em lixeiras;

wlimpar rios, poços, florestas...;

wevitar o desperdício de água.



Contribui para a defesa do teu ambiente natural mais próximo!





segunda-feira, 8 de setembro de 2008

Poluição Luminosa



A poluição luminosa é provocada pelo desperdício de luz nocturna.

À noite, numa cidade, o céu fica menos estrelado do que numa aldeia.

Isso deve-se à iluminação artificial, muitas vezes utilizada de forma incorrecta e que gera uma outra forma de poluição - a poluição luminosa.

Em locais com muita luz nocturna, o céu fica coberto por uma enorme bolha luminosa, que nos impede de ver nitidamente as estrelas, luz essa tão forte que nos magoa a vista e nos faz ficar por vezes com dor de cabeça.





Há pessoas, que nas cidades, têm dificuldade em dormir porque uma grande quantidade de luz da rua ou do jardim do vizinho, lhes entra pela janela do quarto e se torna incomodativa.

Poluição Sonora








Vivemos rodeados de sons: pessoas que falam, máquinas e electrodomésticos que trabalham, a música de uma discoteca, automóveis que passam, crianças que brincam…

O aumento de ruídos no ambiente que nos rodeia provocou uma nova forma de poluição – a poluição sonora.

O barulho dos aviões que passam no ar.

O funcionamento de motos, automóveis, e outros veículos.

O ruído forte e incomodativo das perfuradoras mecânicas.

A Poluição do ar




Existem diferentes causas de contaminação do ar:

- o fumo que sai pelas chaminés das fábricas;

- o fumo que sai pelos tubos de escape dos meios de transporte;

- a incineração dos lixos a céu aberto ( quer dizer, queimar lixos);

- o uso, em demasia, de insecticidas e outros sprays (desodorizantes, desinfectantes do ambiente, etc);

A poluição do ar pode fazer com que o ar que tu respires te torne doente. Quando respiras ar poluído com frequência, as partículas presentes podem depositar- -se nos teus pulmões. A poluição do ar pode provocar dor de cabeça ou irritar a tua garganta e pode também fazer os teus olhos lacrimejarem e irritá-los.

A poluição do ar causa prejuízo às plantações e os animais também podem ficar doentes por causa dela.


Poluição da Água




água pode ser contaminada de muitas maneiras:

- pela acumulação de lixos e detritos junto de fontes, poços e cursos de água;
- pelos esgotos domésticos que aldeias, vilas e cidades lançam nos rios ou nos mares;
- pelos resíduos tóxicos que algumas fábricas lançam nos rios;
- pelos produtos químicos que os agricultores utilizam para combater as doenças das suas plantas, e que as águas das chuvas arrastam para os rios e para os lençóis de água existentes no subsolo;
- pela lavagem clandestina, ou seja, não autorizada, de barcos no alto mar, que largam combustível;
- pelos resíduos nucleares radioactivos, depositados no fundo do mar;
- pelos naufrágios dos petroleiros, ou seja, acidentes que causam o derrame de milhares de toneladas de petróleo, sujando as águas e a costa e matam toda a vida marinha – as chamadas marés negras.

Poluição do Solo




A poluição do solo é causada pelos lixos que as pessoas deixam no chão da sua casa, da sua rua, do jardim da sua cidade, do pinhal ou das matas quando fazem um piquenique… da berma das estradas quando vão de carro e atiram lixo pela janela… e também nas praias, quando, no final de um agradável dia de Verão passado à beira-mar, regressam às suas casas mas deixaram os restos e os lixos na areia.

sexta-feira, 5 de setembro de 2008

Salvem O Planeta



Tente Reduzir antes de reciclar, reduza o consumo de água, o consumo de tudo e que pode poluir o planeta, assim se todos nos ajudar-mos mutuamente o planeta será um lugar melhor para viver, e para conviver.

quinta-feira, 4 de setembro de 2008

Planeta azul




A água é um elemento vital na vida da Terra, cobrindo cerca de 2/3 da sua superfície. A água salgada da vasta massa oceânica representa a grande maioria (97%) deste imenso reservatório, enquanto a água doce, espalhada pelas calotes polares, atmosfera, rios ou lagos, representa apenas uma insignificância (0,01%) do total de água disponível.


Oceanos em evolução

A Terra, cuja idade ascende a 4500 milhões de anos, nem sempre foi igual. Durante muito tempo os continentes foram-se movendo, tomando novas formas e abrindo sucessivamente novos oceanos, enquanto outros desapareciam.
Há cerca de 290 milhões de anos existia apenas um grande continente chamado Pangeia, rodeado por um gigantesco oceano designado Pantalassa.
Os actuais Oceanos só começaram a tomar forma há 180 milhões de anos, quando a Pangeia se começou a fragmentar e a derivar. Hoje, os continentes continuam a mover-se, sabendo-se que o Oceano Atlântico, por exemplo, cresce alguns cm por ano.


A vida nasceu no mar!

A vida na Terra nasceu no Mar há 3500 milhões de anos, sob formas muito simples, que lenta e gradualmente foram evoluindo, adaptando-se às sucessivas variações ambientais, para darem origem à imensa diversidade de seres hoje existentes.
Durante este percurso evolutivo, muitas espécies desapareceram, como foi o caso dos famosos dinossáurios. Outros ainda sobrevivem nos oceanos com formas mais ou menos inalteradas desde há milhões de anos.

A Vida no lodo e na areia





Estuários

Os estuários são zonas de grande beleza natural, onde os rios se encontram com a água do mar. Fortemente condicionados pelas marés, são considerados como transição entre os habitats de água doce e os marinhos

Apesar das variações bruscas das condições físicas que os caracterizam, os estuários conjugam uma série de características favoráveis ao desenvolvimento de uma grande riqueza biológica :

São zonas extremamente ricas em nutrientes
São zonas confinadas, pouco profundas, protegidas por isso dos efeitos mais violentos das tempestades, ondulação e grandes predadores oceânicos.
O sedimento, mais ou menos lodoso ou vasoso, é formado por partículas muito finas, de matéria orgânica e inorgânica, transportadas pelos rios e depositadas sobre terrenos planos. Sobre o substrato fixam-se frequentemente algas e plantas marinhas que constituem o refúgio ideal para muitos animais.
Por estas razões os estuários funcionam como uma espécie de maternidade, ou seja, local de crescimento de juvenis de muitas espécies de peixes, como os robalos e douradas, que aí encontram as condições ideais de desenvolvimento no que respeita à alimentação e protecção.

Por outro lado, como o lodo ou a vasa não são tão permeáveis como a areia, a água transportando o oxigénio e alimento não circula facilmente, o que exige aos animais que vivem no substrato especiais adaptações para sobreviverem. No entanto, a variedade de animais continua a ser enorme, particularmente no que diz respeito a espécies que conseguem escavar galerias ou tocas onde passam a maior parte do tempo, abrigando-se das diferentes agressões do meio ambiente.


Habitantes do lodo e da areia

O lodo ou a areia que constituem o substrato dos estuários não favorecem a fixação dos animais, obrigando aqueles que vivem sobre o fundo a desenvolverem especiais adaptações para sobreviverem. Algumas espécies escavam galerias ou tocas onde passam a maior parte do tempo, abrigando-se das diferentes agressões. Outras, como os linguados, aperfeiçoam técnicas de camuflagem, enterrando-se na areia, com a qual se confundem.

Cerianto

Vive num tubo, que pode atingir 1 metro de comprimento e se encontra enterrado na areia, construído a partir de muco solidificado, a que se agregam partículas do fundo (grãos de areia, pedaços de concha, algas, etc). O animal move-se livremente dentro deste tubo, onde se refugia sempre que se sente ameaçado

Vieira

Para se esconder no fundo, a vieira aproveita o esguicho de água que deita pela parte de trás da concha para abrir uma cova no sedimento. Em seguida abriga-se, cobrindo-se de grãos de areia ou vasa, conseguindo assim passar despercebida aos olhos dos inimigos

Cenoura do Mar

A cenoura do mar é um animal colonial, tal como os corais, as gorgónias e os leques-do-mar. Vive em fundos de areia, desde o limite inferior da maré baixa até zonas mais profundas, sendo capaz de se desenterrar quando coberta de areia e de se fixar novamente ao substrato quando desalojada. É constituída por um pólipo central, grande e carnudo, em forma de caule, cuja base se enterra na areia

Praia Rochosa



Uma praia rochosa

As praias rochosas constituem ecossistemas muito ricos, pois conjugam uma série de factores favoráveis ao desenvolvimento de uma grande diversidade de seres vivos. Além de funcionarem como locais de alimentação durante o período de maré-cheia, são também utilizadas como locais de recrutamento e crescimento de juvenis de muitas espécies de peixe de valor comercial (como os sargos, tainhas ou robalos), apresentando elevada importância como zonas de maternidade, renovação e manutenção dos stocks de pesca.

Habitante da zona de marés

Lapas


O seu corpo mole é coberto por uma concha em forma de cone, que resiste ao embate das ondas. Fixa-se fortemente às rochas e escava uma pequena cavidade, à qual se ajusta perfeitamente, resistindo aos períodos de exposição ao ar. Quando submersa, a lapa desloca-se lentamente, raspando a superfície das rochas para se alimentar das algas que as cobrem e deixando as características marcas em zig-zag.

Ouriços



Os ouriços vão moldando a rocha, formando cavidades arredondadas onde residem, resistindo assim à agitação da água.

Mexilhões



Os mexilhões, fixam-se firmemente às rochas através do bisso. Quando a maré baixa, fecha firmemente a concha que só volta a abrir quando se encontra coberto de água, filtrando então o alimento em suspensão na água.

Actínias



Durante a baixa-mar recolhem os tentáculos para dentro do corpo, que se fecha completamente para evitar a desidratação. Quando a maré sobe abrem-se novamente, deixando sair os tentáculos, ricos em células urticantes, com a ajuda dos quais conseguem capturar alimento.

Marachombas e cabozes



São pequenos, o que lhes permite abrigarem-se em cavidades e frestas. Apresentam mecanismos de resistência ao transporte por acção das ondas, como por exemplo barbatanas ventrais unidas, funcionando como uma ventosa ou barbatanas peitorais largas e bem desenvolvidas, permitindo a deslocação associada ao substrato.




Ainda outros habitantes
Camarões, percebes, estrelas-do-mar são alguns dos animais que podes encontrar nas poças que se formam nas praias rochosas.

Viver Entre Mares


A zona Entre Mares

A área da costa sujeita à influência do fluxo e refluxo das marés designa-se por Zona Entre-Marés. Aqui, são as marés que condicionam a vida, obrigando os seres vivos a uma notável capacidade de adaptação às bruscas variações ambientais. Sujeitos ao embate das ondas durante a maré-cheia, sofrem os efeitos da dessecação provocada pela exposição ao ar na maré baixa. Suportam assim grandes variações da intensidade luminosa, da temperatura, salinidade e outros factores, consoante estão submersos ou fora de água.

A evolução dos peixes





Os peixes são o grupo mais antigo de vertebrados, cuja origem remonta há 500 milhões de anos. As primeiras formas não tinham mandíbulas, nem barbatanas ou escamas. A aquisição de mandíbulas foi um passo importante na evolução pois permitiu ao peixe começar a mastigar e assim, morder alimentos maiores.


Em permanente adaptação


Actualmente, a maioria dos cientistas pensa que a origem dos vertebrados se situa no meio marinho. No entanto, os mares primitivos tinham um nível de salinidade muito mais baixo que os actuais.
Posteriormente, há cerca de 400 milhões de anos, os grupos principais de peixes penetraram nos estuários e cursos de água doce, sofrendo as adaptações necessárias para a sobrevivência num meio onde a concentração em sais era muito inferior.
No decurso da evolução, 200 milhões de anos mais tarde, os peixes ósseos e os elasmobrânquios regressaram aos mares, sofrendo novamente as adaptações necessárias a um meio ambiente já mais salgado que os mares originais.
Podemos assim pensar que os peixes ósseos e os elasmobrânquios marinhos actuais, descendem de peixes de água doce que regressaram ao seu meio original: o Mar.


Uma história de sucesso

A história evolutiva dos peixes caracteriza-se por um sucesso notável, que se traduz na grande diversidade de formas existentes, todas elas perfeitamente adaptadas ao meio ambiente onde se integram.
Podemos encontrar peixes praticamente em todos os habitats aquáticos existentes, desde os rios de caudal mais rápido, aos calmos lagos, passando pelas profundezas do Oceano ou as águas geladas do Antárctico.


Os peixes têm uma história evolutiva de sucesso, que se traduz numa imensa diversidade de comportamentos e formas adaptadas à sobrevivência nos mais variados habitats.

O planeta azul




A água é um elemento vital na vida da Terra, cobrindo cerca de 2/3 da sua superfície. A água salgada da vasta massa oceânica representa a grande maioria (97%) deste imenso reservatório, enquanto a água doce, espalhada pelas calotes polares, atmosfera, rios ou lagos, representa apenas uma insignificância (0,01%) do total de água disponível.


Oceanos em evolução


A Terra, cuja idade ascende a 4500 milhões de anos, nem sempre foi igual. Durante muito tempo os continentes foram-se movendo, tomando novas formas e abrindo sucessivamente novos oceanos, enquanto outros desapareciam.
Há cerca de 290 milhões de anos existia apenas um grande continente chamado Pangeia, rodeado por um gigantesco oceano designado Pantalassa.
Os actuais Oceanos só começaram a tomar forma há 180 milhões de anos, quando a Pangeia se começou a fragmentar e a derivar. Hoje, os continentes continuam a mover-se, sabendo-se que o Oceano Atlântico, por exemplo, cresce alguns cm por ano.


A vida nasceu no mar!


A vida na Terra nasceu no Mar há 3500 milhões de anos, sob formas muito simples, que lenta e gradualmente foram evoluindo, adaptando-se às sucessivas variações ambientais, para darem origem à imensa diversidade de seres hoje existentes.
Durante este percurso evolutivo, muitas espécies desapareceram, como foi o caso dos famosos dinossáurios. Outros ainda sobrevivem nos oceanos com formas mais ou menos inalteradas desde há milhões de anos.

O Planeta Poluido



Durabilidade, estabilidade e resistência a desintegração. As propriedades que fazem do plástico um dos produtos com maiores aplicações e utilidades ao consumidor final, também o tornam um dos maiores vilões ambientais. São produzidos anualmente cerca de 100 milhões de toneladas de plástico e cerca de 10% deste total acabam nos oceanos, sendo que 80% desta fracção vem de terra firme





Foto do vortex


No oceano pacífico há uma enorme camada flutuante de plástico, que já é considerada a maior concentração de lixo do mundo, com cerca de 1000 km de extensão, vai da costa da Califórnia, atravessa o Havai e chega a meio caminho do Japão e atinge uma profundidade de mais ou menos 10 metros. Acredita-se que haja neste vortex de lixo cerca de 100 milhões de toneladas de plásticos de todos os tipos.
Pedaços de redes, garrafas, tampas, bolas, bonecas, patos de borracha, ténis, isqueiros, sacolas plásticas, caiaques, malas e todo exemplar possível de ser feito com plástico. Segundo seus descobridores, a mancha de lixo, ou sopa plástica tem quase duas vezes o tamanho dos Estados Unidos.





Oceano pacifico

O oceanógrafo Curtis Ebbesmeyer, que pesquisa esta mancha há 15 anos compara este vortex a uma entidade viva, um grande animal se movimentando livremente pelo pacifico. E quando passa perto do continente, você tem praias cobertas de lixo plástico de ponta a ponta



Tartaruga deformada por aro plástico

A bolha plástica actualmente está em duas grandes áreas ligadas por uma parte estreita. Referem-se a elas como bolha oriental e bolha ocidental. Um marinheiro que navegou pela área no final dos anos 90 disse que ficou atordoado com a visão do oceano de lixo plástico a sua frente. 'Como foi possível fazermos isso? ‘ - 'Naveguei por mais de uma semana sobre todo esse lixo'.
Pesquisadores alertam para o fato de que toda peça plástica que foi manufacturada desde que descobrimos este material, e que não foram recicladas, ainda estão em algum lugar. E ainda há o problema das partículas decompostas deste plástico. Segundo dados de Curtis Ebbesmeyer, em algumas áreas do oceano pacífico podem se encontrar uma concentração de polímeros de até seis vezes mais do que o fitoplâncton, base da cadeia alimentar marinha.




Todas a peças plásticas à direita foram tiradas do estômago desta ave


Segundo PNUMA, o programa das nações unidas para o meio ambiente, este plástico é responsável pela morte de mais de um milhão de aves marinha todos os anos. Sem contar toda a outra fauna que vive nesta área, como tartarugas marinhas, tubarões, e centenas de espécies de peixes.





A triste realidade do nosso Planeta, outrora bem mais..."azul"...
Um Oceano de plástico



Ave morta com o estômago cheio de pedaços de plástico

E para piorar essa sopa plástica pode funcionar como uma esponja, que concentraria todo tipo de poluentes persistentes, ou seja, qualquer animal que se alimentar nestas regiões estará ingerindo altos índices de venenos, que podem ser introduzidos, através da pesca, na cadeia alimentar humana, fechando-se o ciclo, na mais pura verdade de que o que fazemos à terra retorna à nós, seres humanos




Ver essas coisas sempre servem para que nós repensemos nossos valores e pricipalmente nosso papel frente ao meio ambiente, ou o ambiente em que vivemos.


Antes de Reciclar, reduza!

O planeta Terra

O planeta Terra
devemos conservar o único Planeta que temos para viver, e pensarmos também nas futuras gerações